sábado, 15 de agosto de 2009

O real sentido das palavras

Escrever é um processo complicado, difícil, complexo. Para se escrever simples, é preciso inteligência, é preciso treino.
É preciso mais do que isso. As palavras precisam fazer sentido, e não somente sentido para quem escreve, mas quem lê. Aí está a dificuldade.
Não basta empilhar palavras, juntá-las com virgulas, pontos, travessões, e buscar um sentido durante o caminho.
É preciso que tu estejas conectado com as palavras, sobre o que gostarias de dizer, e para quem dizer. Se não houver "o para alguém", não escrevas. Rasga.
Escrever, mesmo que pensando em ti mesmo, se pensares em mostrar, conecte-se com o outro, nem que esse outro seja tu dizendo a ti mesmo.
Não basta empilhar palavras, juntá-las com virgulas, pontos, travessões, e buscar um sentido durante o caminho. Não conseguirás assim.
O real sentido das palavras reside num espelho de ti mesmo aos outros, ou a ti mesmo. Não me refiro a resportagens, ou a textos prontos, mas para o real sentido das palavras - aquelas que mudam caminhos, que transformam mentalidades, que modificam destinos, vidas.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Joe Cocker!!!!!!

A primeira vez que escutei esse cara acho que foi pelo seriado Anos Incriveis, que passava na Tv Cultura, e depois no Multishow. Não sabia que ele tinha iniciado um dos mais incriveis e marcantes shows de rock da história - o Woodstock 1969, que está fazendo 40 anos esse ano. A música é dos Beatles, mas ele dá um novo patamar para ela!

O ex-traficante que acabou na USP

Pelo relatório que acaba de ser divulgado pelo Unicef, Marcos Lopes tinha o perfil perfeito para ficar fora da escola e, mais do que isso, estar preso ou morto: negro, favelado, morador de uma região violenta, ex-assaltante e ex-traficante de droga. Era improvável que acabasse escritor e frequentando a USP. Trechos de seu livro estão no site Catraca Livre.

Mais em folha

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

...

liberdade
encontra-se num canto do olho.

há alguns segredos
que um dia precisam ser revelados.

o pássaro voa para o outro lado do mundo,
e se dispersa.

a realidade pode
uma única gota fazer cair
e num piscar de olhos
as lembranças mudarem o passado,
e o amanhã.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Não por acaso





segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Dúvidas

É realmente impossível dizer todas as coisas que farei amanhã, após acordar. É certo que tenho algumas metas a cumprir, mas tudo pode acontecer, do jeito que as coisas acontecem. É estranho estar falando sobre isso, mas é bem provável que eu conheça alguém que ainda não conheci, ou faça algo que não fiz ainda. Tudo é possível.

"Relaxa", diz numa canção, "que todos os teus problemas serão resolvidos de uma forma ou de outra", mas quais são eles para eu resolvê-lo e será que devo resolvê-los ou deixá-los que se resolvam? Não falo de problemas simples, que com a lógica dissolvo, mas problemas mais complexos.

Vivemos num mundo doente, e crescer é confuso. Amadurecer, buscar quem somos de verdade no fundo, no íntimo, é tão difícil, quanto escolher uma profissão. Não sei. Precisava dizer isso, porque alguns se buscam em viagens, buscam resolver suas agonias, fugindo de um mundo natural deles, indo para uma india, china, américa desconhecidas.

Outros nas religiões buscam conclusões para as suas perguntas mais profundas. E eu falo burrices e indigações sobre quem sou no meio de tantas perguntas que todos fazem. O que é isso?

Tento dizer sim, tento dizer não. Não sei o que dizer. Parece que cada um pensa do seu jeito, para um lado seu, privativo, inclusive eu, no meio de tantas portas, janelas. E eu queria transcender, apenas resmungo, como um carro sem gasolina, sem fôlego para continuar, mas com esforço para tentar.

Sei que não tenho conclusões ainda, que as perguntas continuarão sem as respostas, porque não quero respostas absolutas agora, quero apenas que a canção seja cantada, que ela ocoe durante a meia noite, e que pelo menos alguém a escute ser ecoada. Será o bastante uma pessoa escutar esse eco.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Caminho das Aguas

caminho das aguas...

domingo, 19 de julho de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Words

"I don't exist without writing.
I would always encourage people of any age not to be so quick to follow other people's truths but to search and follow your own moral code and live by your own integrity, and mostly just be brave.
Love bravely, live bravely, be courageous, there's really nothing to lose. There's no wrong you can't make right again, so be kinder to yourself, you know, have fun, take chances. There's no bounds." Jewel

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Romance

Wagner Moura e Leticia Sabatella, em Romance:

sábado, 4 de julho de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Biblioteca do Congresso



A imagem acima é da foto da maior bibilioteca do mundo, segundo o Livro dos Recordes - e é a "Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América", situada em Washington, DC, a Biblioteca possui mais de 130 milhões de itens, catalogados em mais ou menos 480 idiomas. Vale a pena um dia dar uma passada.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Jewel

"We were born to love." Jewel

terça-feira, 23 de junho de 2009

Para pensar

Tempos felizes - Uma época feliz é completamente impossível, porque as pessoas querem desejá-la, mas não tê-la, e todo indivíduo, em seus dias felizes, chega quase a implorar por inquietude e miséria. O destino dos homens se acha disposto para momentos felizes - cada vida humana tem deles -, mas não para tempos felizes. No entanto, estes perduram na fantasia humana como "o que está além dos montes", como uma herança dos antepassados; pois a noção de uma era feliz talvez provenha, desde tempos imemoriais, daquele estado em que o homem, após violentos esforços na caça e na guerra, entrega-se ao repouso, distende os membros e ouve o rumor das asas do sono. Há uma conclusão errada em imaginar, conforme aquele antigo hábito, que após períodos inteiros de carência e fadiga se pode partilhar também aquele estado de felicidade, com intensidade e duração correspondentes.

(Friedrich Nietzsche, "Humano, demasiado humano", Cia de Letras, p. 251, Aforismo 471, ano 2001, São Paulo)